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Minatti

 

Cenário:

O Brasil é um país com grande alternância climática durante o ano, registrando uma média anual na temperatura de 20ºC, regiões como a Sudeste e Sul registram uma média de 18ºC e 20ºC neste índice.

Mas, o que isso influencia no setor da fundição? Custo!

Os processos Cold-Box e Pep-Set, utilizam resinas responsáveis pela unificação dos grãos de areia que são utilizados na macharia, esses grãos por sua vez devem respeitar uma dosagem controlada e principalmente estável de resina a fim de evitar diversos tipos de problemas, que muitas vezes iniciam pela baixa temperatura das resinas parte I e II.

Que tipos de problemas ocorrem com a baixa temperatura das resinas Parte I e II?

Muito pode atrapalhar a oscilação na temperatura das resinas no momento de sopro ou gasagem do macho. Como qualquer outro fluído, a temperatura influencia diretamente na viscosidade do líquido que será utilizado como ‘cola’ para os grãos de areia. A alta viscosidade das resinas diminui a quantidade necessária para que o macho de areia tenha ductilidade suficiente para não torna-lo frágil a ponto de sofrer rupturas antes mesmo de completar o molde.

Como isso afeta o meu Custo?

Em um dia de temperatura tropical, por exemplo, a resina encontra-se na temperatura média de 25ºC(ambiente), a dosagem é regulada para ter vasão suficiente para a quantidade de areia a ser misturada, de acordo com a viscosidade da resina naquele momento. Em seguida, essa temperatura ambiente cai, resfriando as resinas, deixando-as mais densas, o que diminui o volume dosado por quilo de areia, fazendo com que a mistura já não seja mais homogênea, tornando assim o macho de areia mais frágil ou até mesmo inutilizável.

Se o operador constantemente realizar um aferimento de temperatura e viscosidade da resina, regulando o misturador para cada novo resultado, a perda de tempo nessa operação durante toda a jornada de trabalho do equipamento, será muito alta.
Caso ele não realize esse aferimento constantemente, assim que a temperatura não for mais a mesma que a pré-definida no início do ciclo de mistura, o misturador passará a dosar mais ou menos resina do que o valor recomendado para garantir total constância no macho de areia. A baixa viscosidade faz com que ela fique mais ‘fina’ aumentando a vasão no bico de dosagem do misturador por quilo de areia.

Além do desperdício de resina, a areia ficará mais úmida e esse excesso prejudicará no processo de sopro e gasagem do macho, também como dificultará na hora de ‘quebrar o macho’ no Shake-Out, devido a quantidade de ‘cola’(resina) que foi misturada na areia.

Já na alta viscosidade, fará com que a resina fique mais ‘grossa’, o que diminuirá o percentual de resina por quilo de areia, tornando-se uma mistura insuficiente capaz de unir os grãos de areia. A cada sopro e gasagem, os machos de areia se tornarão frágeis e quebradiços, tornando-os inúteis, sem contar na perda de tempo até chegar novamente na dosagem ideal, além da perda de matéria prima utilizada no processo.

E agora? Como a VICK pode me ajudar?

A Vick Máquinas disponibiliza hoje no mercado o Aquecedor de Resina, capaz de armazenar 100 Litros de cada resina (Parte I e II) e manter estavelmente a 23,5ºC, ideais para o processo de mistura Cold-Box e Pep-Set. A utilização do aquecedor de resinas (Item de Série fora do Brasil) consiste em aumentar a produtividade, diminuir custos (com descarte de matéria-prima e mão-de-obra) e principalmente manter a qualidade juntamente com a constância na areia dos machos soprados e gasados.

Em números:

(Utilizaremos o exemplo abaixo com uma Sopradora VICK HV-3 trabalhando com um Misturador VICK MC-3000, SEM AQUECEDOR DE RESINAS)

Devido a uma queda na temperatura, o misturador recebe menos resina por conta da alta viscosidade.

Realiza um ciclo de 15 min de mistura (1200kg de areia + 10L de Resina) – Sendo que necessitaria 14,4 L de resina.

A Sopradora HV-3 Realiza três Ciclos até identificar o problema na mistura da areia.

Todo o restante da areia é descartado.

O operador leva mais 15 minutos para aferir a nova viscosidade e regular o dosador de resina.

A sopradora fica 30 minutos parada (15min do aferimento + 15min do novo ciclo de mistura).

Com o problema, o Misturador passou a produzir 3600kg/h.

Tempo perdido: 50 min.

Matéria-Prima Perdida: 1200kg de areia + 10L de Resina.

ADMINISTRE COM INTELIGÊNCIA SUA FUNDIÇÃO:

O Desperdício Mensal APENAS DE RESINA pode pagar a parcela do Sistema de Aquecimento de Resinas VICK através do Cartão BNDES.

Em números:

Uma empresa que realiza mistura de 10 ton. de areia por dia, gasta 12kg de Resina (6kg Parte I + 6kg Parte II).

Logo:

1 DIA 5 DIAS 1 MÊS 1 ANO
12kg de Resina 60kg de Resina 360kg de Resina 4320kg de Resina
A Falta do Sistema de Aquecimento de Resina torna o processo instável, não havendo constância na dosagem de Resina por quilo de areia, tendo em média uma perda diária de 10% de Resina utilizada, sendo assim:
Esta empresa passou a gastar 1,32kg de Resina (0,66kg Parte I + 0,66kg Parte II), uma diferença quase imperceptível.

Logo:

1 DIA 5 DIAS 1 MÊS 1 ANO
13,2kg de Resina 66kg de Resina 396kg de Resina 4752kg de Resina
Agora, a diferença quase imperceptível passa a ser um Desperdíciode 432kg de Resina por ANO.

Q.I. (Quem Indica)

“A dificuldade em estabilidade de processo (aumento da viscosidade da resina) principalmente em função de baixas temperaturas no inicio do turno e a noite, levou à Minatti a adquirir o Aquecedor de Resinas Vick, devido a necessidade de estabilizar o processo ColdBox e consequentemente deixar a resistência dos machos mais homogêneas.

O Aquecedor de Resinas Vick encontra-se hoje funcionando perfeitamente sem nenhum problema a ser comentado. Houve uma melhora significativa não só na qualidade de mistura como na qualidade dos machos além da economia com resina e diminuição do desperdício, também influencia significativamente em função da estabilidade do processo de injeção das resinas no misturador.

Não podemos afirmar em percentual a economia na quantidade de resina, mas obtivemos ótimos resultados seja em relação à produção, diminuição do refugo de machos por quebra, aumento da resistência dos machos além da estabilidade de processo entre os turnos em função da variação térmica do ambiente de trabalho, principalmente no inverno”.

Marcel Minatti
Coordenador de Laboratório da Minatti Fundição Técnica Ltda.

 





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